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segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Então, amigas, me digam, o que eu faço com esse medo de que tudo o que nós temos passe a fazer parte somente das memórias do meu passado, quando a nossa convivência já não for tão frequente assim? Quando eu não puder mais abraçar cada uma de vocês, nas cinco manhãs por semana na escola, nem dizer o “até amanhã” na saída da aula, ou o “até de noite” das tão esperadas sextas-feiras? Eu to crescendo, vocês estão crescendo, mas não quero que a consequência disso seja me afastar de vocês. A única coisa que eu espero, é que quando essa porra toda acontecer, possamos fazer algo que nos permita continuar inseparáveis como somos hoje.

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